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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

TRABALHANDO E APRENDENDO

TRABALHINHOS QUE APRENDI NAS COMUNIDADES, JÁ ESTÃO RENDENDO $$$$$$$

Espetáculo "Os Saltimbancos" da Fábrica de Artes de São Carlos - SP

Minha gatinha dançou, tão linda!!! Simmmmmmm, a CORUJA é mãe da GATA! HAHAHAHA

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dica da Tia Lili, sempre perfeita nas suas explicações!

Dica da Tia Lili: Cortando faixas (e algo mais...)

domingo, 20 de novembro de 2011

Você já fez um Mug Rug nega?

Fiz com as dicas do vídeo da Tia Lili. Então é assim, 1º Mug Rug, 1º Log Cabin e pela 1ª vez consigo cortar e montar um viés sem deixar a faixa com os degraus da escadaria da Penha (e olha que eu nem conheço a escadaria da Penha!), graças a uma dica mega simples que a Tia Lili dá nesse vídeo. Espero que gostem, inspirem-se e bons trabalhos!

Mug Rug (tapetinho para canecas e xícaras)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Indignação no Shopping ou Indigna Ação no Shopping?

Gente, não sou dada a esses comentários, mas eu preciso contar minha indignação... 09/11, dia de pagar contas, colocar a vida em dia, depois de uma semana inteirinha de feriado (04/11, aniversário da cidade, como bons brasileiros emendamos tudo!)enfim, volta a vida aos seus dias corriqueiros. Fugindo dos congestionamentos de pessoas nos bancos e lotéricas do centro da cidade corri para o Shopping mais próximo (o único da cidade, hehehehe...) na hora do almoço, depois de pegar a filhota na escola, pensando em adiantar o expediente e não sair sob o sol escaldante da tarde. Ledo engano, a lotérica estava com o "Serviço fora do sistema" ou com o "Sistema fora de serviço", enfim, paguei uma única conta numa loja e as outras teriam que esperar ou voltar ao Centro, encarar o sol, as filas, blá-blá-blá... Aí minha fiel escudeira pediu pra almoçar no shopping! : -Pensa mãe, assim não tem que sujar louça, ficar cheirando óleo...- como se eu não pensasse nisso todo santo dia, rsrsrs. Estamos na Praça de Alimentação esperando nosso pedido, praça lotada e uma família se acomoda na mesa a nossas frente, o que pareciam ser um casal de avôs, uma jovem senhora e um menino de uns 4 anos. Traziam uma única bandeja com um "saboroso e nutritivo" Mc Lanche Feliz, como estavam bem a minha frente não tinha como não olhar, só o menino comia,claro!( perdoei o lanche da criança mais tarde quando soube que era seu aniversário). O que não perdoei foi a atitude da mãe, duas ou três mordidas no lanche + a inquietude natural da idade e não demorou o lanche caíu no chão, o avô, todo carinhoso pegou o lanche do chão e colocou sobre a mesa, longe da criança e quando esboçou um comentário, a mãe pegou o lanche QUE CAÍU NO CHÃO E FOI COLOCADO NA MESA e simplesmente colocou de volta ao guardanapo que ficou na mãozinha irriquieta do menino e continuou contemplando maravilhada sua cria comendo aquele saboroso lanchinho. Não sei quanto tempo ficamos eu e minha filha congeladas olhando aquela cena até que notei a avó me olhando com um sorriso sem graça e envergonhado. Descobri que era aniversário do menino quando um casal se aproximou e cumprimentou o menino de forma festiva anunciando a toda Praça de alimentação que era o aniversário daquela pessoinha. Tenho duas filhas adolescentes, viciadas em lanches e claro, em Mc Donald's, já passamos muitos aniversários diante de um Big Mac ou Mc Lanche Feliz, inclusive os meus aniversários. Mas deixar que a criança coma uma lanche que foi ao chão, foi terrível demais para os meus olhos. Tá, já comi fruta que caíu do pé sem a preocupação de lavar, já comi goiaba bichada, acredito até que já comi bicho da goiaba quando era criança, mas minha mãe nem via e nem sonhava com isso. Estamos aqui com um novo surto de Catapora e as gripes cada vez mais resistentes, os lugares estão cada vez mais povoados e de novembro em diante há uma aglomeração muito maior de pessoas em estabelecimentos comerciais propiciando maiores contaminações, principalmente pelo manuseio do dinheiro e celulares, verdadeiros viveiros de bactérias. Fiquei chocada, não, fiquei indignada!!!! As contas? Paguei no Centro sob o sol escaldante e uma fila quilométrica, claro que também fiquei indignada com o valor das contas, exatamente como fico todos os meses, mas o bendito lanche não me saiu da cabeça o dia todo!!!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Bolsinha ou carteira de mão?

Primeiro Pap que fiz da Comunidade TERE.PROJETOS/AULAS ON-LINE, muitos outros virão!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aprenda a fazer saias para camas Box

A cama box spring, preferência de muita gente hoje em dia, exige algumas adaptações no enxoval. Por esse motivo, uma nova peça passa a ser essencial para manter a elegância dessas camas: a saia para encobrir o box spring. Não dá para deixar sua cama com uma colcha “pula brejo”, não é mesmo? ENTÃO FAÇA JÁ A SUA!!! APRENDA AQUI Fonte:http://www.casosdecasa.com.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

É meu niverrrrrrrrrrrrrrrr, ninguém me aguenta, também sou enta!!!!

Pois é amigos e amigas, hoje o dia começou aos 40. Modéstia a parte,tenho mais vitórias a contar do que derrotas em todos esses anos. Tenho muito o que aprender e principalmente tenho que lutar contra a Clarice sabotadora que mora dentro de mim (descobri essa inquilina hoje,essazinha que me aguarde..rsrs!!!) Mas já comecei o dia rindo muito com minha manicure e amiga Elenir, estávamos lembrando quando achávamos que aos 30 qualquer pessoa é "muuuito velha", chegando aos 28 anos a visão de velhice muda um pouquinho...Hoje aos 40, chegamos a conclusão que aos 80 qualquer um ainda é muito jovem, rsrsrs. Brincadeiras a parte, a cada ano descobrimos que temos muitos planos, muitos não concluímos por que nos sabotamos, como alguém já me disse hoje,e não por falta de tempo exclusivamente. Mas hoje, eu tive sim, um FELIZ ANIVERSÁRIO!

domingo, 16 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Detalhe dos chaveiros

Em alguns blogs e comunidades do Orkut, vi que como eu, algumas artesãs queriam uma alternativa para as fitas que usamos nos chaveiros mas que escorregam da argola conforme é manuseada. Eu como muitas, visitando a 25 de março, voltei com meio caminhão de fitas para usar nos chaveiros e não quero perder esse material (até parece que isso é possível, né? rsrsrs), então num momento de inspiração (ou desespero?) eu coloquei um miçangão na argola de chaveiro e passei a fita por dentro, ficou legal e deu uma cara nova para a argola sem graça. AVISO: É uma tarefa dolorida colocar o miçangão na argola, haja dedinho. aqui na minha cidade esse miçangão também é chamado de tererê, mas no pacote que comprei tá escrito miçangão. Espero que minha dica seja útil pra alguém e quem descobrir uma maneira prática de colocar as miçangas na argola, por favor me avise!

E na era dos cup cakes...

domingo, 9 de outubro de 2011

NECESSAIRE E PORTA NÍQUEL

Quer fazer uma necessaire? quer aprender outras coisas lindas? Visite o blog da Louise Gusmão!!!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

É impressão só minha?

Ou esse Blogger está vergonhoso? Não consigo acessar os blogs de seguidores, não consigo postar fotos... Que é isso? Lamentável, já estou a procura de outra alternativa para meu blog.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O CRAVO NÃO BRIGA COM A ROSA

Texto de Luiz Antônio Simas Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais "O Cravo Brigou com a Rosa". A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - (o homem) e a rosa (a mulher) estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada". Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que "O Cravo Brigou com a Rosa" faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro? É Villa Lobos, cacete! Outra música infantil que mudou de letra foi "Samba Lelê". Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar. Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é "Samba Lelê"? Villa Lobos, de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz. Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens. Dia desses alguém (não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda) foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho. Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão "coisa de viado"? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade,da boa sacanagem. A expressão "coisa de viado" não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma. Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular pintor de rodapé ou leão de chácara de baile infantil - de deficiente vertical. O crioulo - vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente.O branquelo - o famoso branco azedo ou Omo total - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do 5º batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha. Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar oAleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais.O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".Se Deus quiser morreremos todos gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.

domingo, 14 de agosto de 2011

Porta lenços e absorventes, minha versão!

A artesã Jackie Lobato apresentou no programa Sabor de Vida e eu acrescentei esse fuxico diferente que eu aprendi em um blog, que eu não acho o endereço, assim que encontrar posto aqui!

Bem vindos ao blog do Araucarte

Dúvidas, sugestões e encomendas pelo E-mail:

araucarte@yahoo.com.br


Quem me segue e me envaidece...

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